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POLÍTICA

Fortaleza será a primeira do Brasil a ter escritório para avaliar políticas públicas de inclusão

Anúncio foi feito pela vice-governadora eleita Gabriella Aguiar; iniciativa pretende utilizar ciência e dados para medir resultados de programas sociais e contribuir para a redução das desigualdades

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Fortaleza será a primeira cidade do Brasil a implantar um Escritório de Avaliação de Políticas Públicas para a Inclusão. A criação da estrutura foi oficializada nesta quarta-feira (4), com a assinatura do contrato que viabiliza a iniciativa. O anúncio foi feito pela vice-governadora eleita e atual vice-prefeita da Capital, Gabriella Aguiar (PSD), em publicação nas redes sociais.

O projeto será desenvolvido em parceria com a Associação Cearense de Estudos e Pesquisas (ACEP) e contará com recursos do Fund for Innovation in Development (FID). A proposta é integrar ciência, análise de dados e políticas públicas para avaliar os resultados de programas sociais e identificar seus impactos na vida da população.

Gabriella Aguiar anunciou a criação do Escritório de Avaliação de Políticas Públicas para a Inclusão em Fortaleza. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Segundo Gabriella, a iniciativa também deverá contribuir para o aprimoramento de ações como o Fortaleza Inclusiva, com foco na redução das desigualdades sociais.

“Demos mais um passo histórico para transformar o futuro da nossa cidade! Assinamos o contrato que oficializa a criação do Escritório de Avaliação de Políticas Públicas para a Inclusão, um marco absoluto para Fortaleza. Somos a primeira cidade do Brasil a implantar essa iniciativa inovadora, viabilizada em parceria com a Associação Cearense de Estudos e Pesquisas (ACEP) e com recursos do Fund for Innovation in Development (FID)”, escreveu.

A vice-governadora eleita destacou que o objetivo é utilizar evidências para acompanhar a efetividade das políticas públicas. “Vamos unir ciência, dados e políticas públicas para garantir que programas como o Fortaleza Inclusiva gerem impacto real na vida das pessoas e ajudem a reduzir as desigualdades sociais”, afirmou.

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