O diretor do filme “Dark Horse”, Cyrus Nowrasteh, utilizou sua conta na rede social X para afirmar que os valores divulgados atribuídos como o custo do longa-metragem sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estão “ridiculamente inflacionados”.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, afirma que os US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) solicitados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, à época controlador do Banco Master, seriam utilizados para financiar o filme.
O filho do ex-presidente, aliás, é um dos investigados pela Polícia Federal (PF). Nesta quinta-feira (11), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um inquérito para investigar o candidato, sob suspeita de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Nowrasteh abordou o valor do custo do filme ao reagir a uma publicação que comparava o orçamento atribuído a Dark Horse com filmes vencedores do Oscar, como Anora, Parasita, Moonlight e A Forma da Água, com valores inferiores a US$ 24 milhões. Conforme o diretor, os custos de produção do longa sobre Bolsonaro foram “menores que os da maioria, se não de todos, os filmes listados”.
Conforme o cineasta, os números apresentados misturam gastos efetivos da produção com projeções para marketing e publicidade.
“Eles incluem os custos de marketing previstos para ‘Dark Horse’. Marketing e publicidade de um filme costumam superar os custos de produção. Nos EUA não somamos os dois, como se faz no Brasil. Por favor, tenha isso em mente”, disse.
A informação é do site Opinião CE.

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