Nos últimos meses, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi posto à prova. Além da disputa eleitoral vitoriosa, o seu governo teve importantes embates no Congresso Nacional que terminou com um saldo extremamente positivo para o Poder Executivo. Em todas as matérias cruciais, houve o papel preponderante do ministro José Guimarães, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI).
Em poucos meses, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal aprovaram o fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e medidas para a economia e o orçamento das famílias. Guimarães, que desde o dia 14 de abril conduz a articulação política do Palácio do Planalto, celebrou as conquistas.
“Cada aprovação tem um endereço certo: a vida do povo brasileiro. Foi esse compromisso que orientou a nossa articulação desde o primeiro dia”, afirmou o ministro.
O fim da 6×1 passou no Senado por 75 votos a 1 e já foi promulgado. Garante dois dias de descanso, sem redução salarial, e reduz gradualmente a jornada semanal de 44 horas para 40 horas.
A PEC da Segurança Pública foi aprovada na última terça-feira (3), sem votos contrários, e segue para promulgação, abrindo caminho para a criação do Ministério da Segurança Pública e uma atuação mais contundente no combate ao crime organizado.
A lista inclui ainda o Redata, o Move Brasil, a proteção dos minerais críticos, a redução de impostos sobre combustíveis, o fim da taxa das blusinhas, mais oportunidades para o Microempreendedor individual (MEI), a redução das filas do INSS e o novo Desenrola Brasil.
“Nada disso aconteceria sem a credibilidade do presidente Lula, dentro e fora do país, e sem um Congresso parceiro, nas figuras dos presidentes Davi Alcolumbre e Hugo Motta. Essa é a força da nossa articulação”, reconheceu o cearense.
Com cinco mandatos de deputado federal, Guimarães liderou o governo da ex-presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados e foi o mais longevo líder do governo Lula na Casa, por dois anos e quatro meses.

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